Gostava de me levantar da cama, preparar-me e ir para mais um dia de trabalho, com a mesma decisão e animação com que a minha cadela se levanta da caminha dela quando ouve as chaves de casa....
Pior Realizador: Michael Bay «Transformers: Era da Extinção»
Pior Filme: «Kirk Cameron’s
Saving Christmas»
Pior «remake»: «Annie»
Pior Actriz secundária: Megan Fox «Tartarugas Ninja: Heróis Mutantes»
Pior Actor Secundário: Kelsey Grammer «Os Mercenários 3», «Transformers: Era
da Extinção», «Think Like a Man Too» e «Legends of Oz: Dorothy's Return»
Concordam?
Mas o que eu gosto ainda mais é o nome destes prémios em português!! O detentor deste prémio é o orgulhoso detentor da "Framboesa de Ouro", haja bom gosto! Eu prefiro amoras!
Toda a gente anda a falar dos Óscares e dos filmes premiados. Pessoalmente não concordei com alguns prémios, acho que foram mal atribuídos. Mas quem sou eu para entender disto?
O que venho aqui comentar nem é sobre os filmes da noite.
Tudo começou com Julie Andrews em 1965 com o musical Musica no Coração. A jovem Julie, já com um Óscar nas mãos, encantou o mundo do cinema com a sua voz e marcou paginas de história.
E ao longo dos anos várias foram as versões e adaptações que foram surgindo. No entanto, este ano surgiu Lady GaGa a mandar por terra todas as nossas ideias preconcebidas de sua pessoa:
Honestamente já ando a seguir estas suas novas "opções de carreira", acompanhada pelo inconfundível Tony Bennet. Ou seja, sabia que esta jovem tinha muito mais do que PokerFace para nos dar.
E a minha questão é, agora quem é a Queen? Ainda acham que Lordes, Beyoncés e afins são o expoente máximo da musica pop?
Não, não estou a falar do filme.
Estou a falar de uma certa senhora loira, já com uns aninhos mas com um espírito provavelmente mais novo que eu.
Lá fui eu por-me a ver videos da 57ª edição dos Grammys quando me aparece um medley da Annie Lenox com Hozier. AS mucicas Take me to Church e I Put a Spell on You.
Para mim foi uma das melhores atuações, e o vozeirão da Miss Lenox não desilude, mas caneco, faz com cada careta...
Quando não se tem nada para fazer, é muito perigoso. Mesmo.
E porque digo eu que é perigoso? Simples. O nosso cérebro tem uma capacidade incrível para pensar e repensar sozinho. Afinal quantos de nós não nos questionamos já (pelo menos uma vez) "porque estou eu a pensar nisto?"
E não mintam. Eu sei que é verdade.
E neste momento, o "não ter nada para fazer" resultou no Boneca Abestalhada.