sexta-feira, 6 de março de 2015

É bem Graciano, é bem!

Nunca fui muito fã do Nuno Graciano. Mas, há que saber admitir e dar os parabens ao senhor!! Falou e falou bem!! Ora vejam:

Chocado com uma notícia do “Correio da Manhã, segundo a qual Manuel Maria Carrilho levou o seu filho Dinis, de 11 anos, a testemunhar em tribunal no processo de regulação de poder paternal que o opõe à ex-mulher, Bárbara Guimarães, o apresentador Nuno Graciano desferiu hoje um violentíssimo ataque ao ex-ministro da Cultura.
Dirigindo-se diretamente a Carrilho no programa das manhãs do canal CMTV, disse Graciano o seguinte:
“O que eu vou dizer agora é de pai para pai. Ó Manuel Maria Carrilho, você droga-se ou injeta-se com lixívia? É que uma destas duas é certa. Um pai que submete os filhos àquilo a que você tem submetido os seus, desta forma absolutamente vergonhosa… E olhe que eu estou separado, eu sei do que falo…
“Eu separei-me da mãe dos meus filhos mais velhos, mas mantenho uma enorme relação de proximidade com eles e com a mulher com quem vivi durante dez anos, que é a mãe deles e que, por isso, merece todo o respeito, amizade e carinho.
“Os filhos não têm absolutamente nada a ver com o facto de os pais se separarem. Em que parte desse seu eventual cérebro subdesenvolvido ainda não percebeu que se está a portar pessimamente em todo este processo? Os filhos têm de ser protegidos. Você não tem o direito de colocar um miúdo de 11 anos perante uma situação destas, com o único objetivo de ofender a mãe dele.
“Porque você não quer nem mais nem menos do que isto: manter-se junto da sua ex-mulher, usando os seus filhos. Isto é feio. É próprio de uma pessoa que alegadamente até está com uma demência. Você, vá mas é a um psicólogo, ou a um psiquiatra, porque você precisa de tratamento. Você não tem o direito de fazer isto aos seus filhos, não existe nada na sua filosofia que lhe possa dizer que isto está certo.
“As crianças não têm culpa das paranoias de ninguém, suas, da mãe, seja de quem for. Levar uma criança de 11 anos a ter que intervir perante um juiz para dizer sabe Deus o quê, mandado ou pressionado sabe Deus por quem, é uma coisa que não tem explicação”.
 O original está aqui
Abreijos 

Se todos amassemos assim!



Hoje vou deixar o Abestalhada de lado e abraçar o meu lado Boneca, assim fofinha e meiguinha e que se ia desfazendo completamente!

Confesso que não sabia ao que ia.

Desmazelo meu eu sei.

Estava a trabalhar e informam-me que teria de ir fazer uma reportagem sobre a apresentação do livro "De Mim para Mim".



E parva, não fui pesquisar o que me esperava.

O livro seria de uma Carolina, e onde estava a Carolina? Andava um rapaz pelo palco, de microfone na mão, de lado para o outro. E onde estava a Carolina?!!

Fez-me confusão!

O tempo passou e chegaram as 17h30, hora da apresentação. 

E no banquinho rodeado de apetrechos tecnológicos, senta-se o mesmo rapaz que por lá andava de microfone na mão.



E aí começou a fazer sentido.

A Carolina não estava ali. Nem iria estar. Nem aí nem em mais lado nenhum. Pelo menos fisicamente, porque se há coisa que o Pedro fez questão de referir (o rapaz do microfone que por lá andava) é que a memória da Carolina nunca seria esquecida.

Ela era a bailarina. Ele o músico. E como o destino tem destas coisas, nas palavras de Pedro Pinto, o músico, “ela cometeu a loucura de se apaixonar por mim, e eu cometi a loucura de me apaixonar por ela”. E assim foi, durante quatro anos de imensa felicidade, amor e dedicação um pelo outro. Até ao dia 10 de fevereiro de 2014.

Carolina Tendon faleceu durante o sono, sem ninguém esperar. Sabendo do seu gosto pela escrita e tendo ele próprio lido os textos da sua namorada, Pedro decidiu que a melhor maneira de a lembrar seria cumprir um dos sonhos da jovem Carolina. Editar e publicar um livro, sendo “uma forma digna e especial de a homenagear”.

E foi assim que nasceu “De Mim para Mim”, uma coletânea de textos, escritos entre os 10 e os 22 anos de Carolina. Cada página virada é uma nova fase ou experiência de vida da autora, e nas palavras da sua irmã Susana, onde podemos “apreciar a evolução da escrita e uma personalidade extraordinária.”.

O livro avança com a idade de Carolina e expõe as suas experiências, as suas alegrias, desilusões, os seus amores, as suas questões existenciais, o quão agradecida estava por ter tido a oportunidade de nascer e viver, e segundo a mesma este livro “serve para inspirar a vida – a vossa”.

A música esteve sempre presente no relacionamento de ambos e como tal, deveria estar também nesta apresentação, assim, quem assistiu teve a oportunidade de escutar os temas “Muros” e “Vi Morrer um Verso”, interpretados pelo próprio Pedro, e ainda o texto Foi Chuva, para o qual Napoleão Mira criou uma melodia e interpretou.



Sempre com um sorriso no rosto a cada nova história, fase da vida, ou experiência de Carolina, o Pedro inspira qualquer um!!

Abreijos

terça-feira, 3 de março de 2015