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terça-feira, 12 de maio de 2015

É que já se vê o tique do olho e tudo!! #2

Adoro que estejam 26 graus lá fora e eu precise de casaco por causa dos encalmados dos meus colegas.

Depois quem é que vai apanhar a gripinha quem é?!!



EU!!!!!


Bestas!

A Boneca a planear formas de cometer o homicídio perfeito
Abreijos

segunda-feira, 11 de maio de 2015

É que já se vê o tique do olho e tudo!!

A sério, sabem quando uma pessoa nos desenhos animados, está zangada, não pode mostrar e o olho começa a tremer?

Tipo isto:

Ou isto:


Neste momento sou.
E passo a explicar.
Lá fora está um calorzinho bom. Agradável na minha opinião. Os seus 22-24 graus é bonzinho e dentro de casa/trabalho está perfeito. Até mesmo para andar a passear alegremente, ou fazer a ronha da espreguiçadeira até!








Pois...
Só que não....
Para o #$"%$/&%&(/$%"#$#%&$%&"#$%#$& do meu coleguinha, está um calor anormal!! "Uma tragédia dos infernos dentro deste escritório!! Acudam que o chão se vai desfazer em lava!!!"


E o que é que, o igualmente anormal, do meu colega fez?
Em vez de abrir uma janela e deixar a brisa entrar, não!! Liga o Ar condicionado!!

NOS 15 GRAUS!!!!!!!!!!!



Enfim....
Vou matar alguém hoje :)

A desejar que não lhe apareça uma gripe
Abreijos

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Utilidade Zero!

Adoro quando fazem uma pergunta no gabinete, eu respondo corretamente, não me passam cartão porque sou "a mera estagiária", alguém diz merda e é a merda é que fica... Quando detetam a merda que foi feita, nem me dizem nada!
É tão giro.....


Enfim
Abreijos

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Alegrias da Vida

Segunda feira boa :) Gosto tanto de ti!! De ti e da alergia que tenho na mão!! São coisas lindas mesmo!! Estou mesmo feliz com o inicio da semana!! Pois estou!!
Pois...
Só que não....



Com vontade de ir dormir
Abreijos

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Sou tão "intugente" páh!

Quando olhas para o trabalho académico que estás a desenvolver e pensas "Já li livros de ficção cientifica mais realistas e realistas do que esta obra de ficção à minha frente...!"


Abreijos

terça-feira, 24 de março de 2015

Livro de Reclamações #2

Ai pá, esta gente que eu gosto tanto!!
Eu, Boneca Maria, sempre me assumi perfecionista no que toca ao estado das coisas.
Ver gente com telemóveis todos partidos, dá-me comichão no dedo mindinho do pé!!
E hoje, dia lindo de estágio, lá estou eu a escrever as minhas coisinhas à mão. Para anexar no final ao Relatório de Estágio (Esse também há de ser um drama! Mas lá chegarei!).

Escrevo as minhas coisinhas, na folhinha lisinha e brilhante. Que orgulho caneco *.*


Ainda babando do meu bom trabalho, entrego a dita folhinha à Coronela (ainda estou indecisa entre "Coronela" e "Big Bossa") cá do sitio, para ela fotocopiar.
Tudo muito bem, lá vai ela e a folhinha!


Fico eu sozinha, com os botões e o computador, aqui no meu cantinho.
Até que volta a dita cuja para me entregar os originais....
E aí! O DRAMA!!!!
...
...
...
A FOLHA ESTA AMARROTADA CACETE!!!!!!



Cheia de vincos! Ai a neusose!! E eu, faço a minha melhor pose, agradeço e por dentro fervilho!!

 Eu sei, pode parecer muito. Mas enfim, eu sei que tenho as minhas pancadas, deixem-me tê-las ok!! Eu gosto de vocês à mesma, não se preocupem!
Obrigada!

À beira de um ataque nervos neste estabelecimento
Abreijos

quinta-feira, 12 de março de 2015

*desmaiando*


Aquele momento em que vês as peças a encaixar e ficas histérica por dentro!



Mas por fora és uma lady!! E és pró na arte da Poker Face!!!


Roam-se *
Abreijos!!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Contra factos....

No local de trabalho:

Entra colega A e repara que colega B está com uma camisola verde.

E A diz, com grande entusiasmo que até bate uma palma que entoa o prédio!

"Toda de verde, parece uma alfaça!!"

Fica aqui a foto da colega B para apreciação!!


Tenho dito e contado
Abreijos

segunda-feira, 9 de março de 2015

"Vá lá, só seis horinhas e limpamos a nação."

É triste, muito triste quando alguém diz que "O que esta malta precisava era dum Salazar em cada esquina.". Significa que anda tudo num estado de "romboiada" tal maneira que a única solução que o povo vê é roubarem todos os privilégios que alguém tem, algo tão básico como poder ir beber um café sem qualquer preocupação.

Li este texto e fiquei triste... Mas facto é que tem razão, é preciso uma reviravolta agreste para que se apercebam da trampa em que estão enterrados. 

Já ouvi dizer que se passou da falta de liberdade para a libertinagem total. Acredito que assim seja, facto é que no tempo dos meus avós, era ver toda a gente bem comportada  e não havia cá "chungosos da Casa dos Segredos" esses sim chateiam-me esta minha cabeça de Boneca!!

Ora vejam lá o pedaço:

"Conversa de biltre

Era só acabar com os políticos, só acabar com os gatunos, os drogados, os traficantes, os arrumadores, os emigrantes e os doentinhos do Facebook, era tão fácil... 
Isto é tudo a mesma corja. Por estas e outras é que este país não avança. Fascistas mas qual fascistas, nunca houve fascismo neste país. O que esta malta precisava era dum Salazar em cada esquina. O que estes gajos precisavam era de ditadura, cinto apertado e boca calada. Cambada de maricas... isto o problema foi abrirem as fronteiras, darem soltura às gajas, deixarem vir os retornados, fecharem a PIDE, darem o casamento aos pandulos, acabarem com a pena de morte. Isto só lá vai a tiro, isto só lá vai à bala, isto só lá vai com os candeeiros de rua cheios de gajos pendurados.

Seis meses de democracia suspensa só para arrumar a casa; só seis semanas sem parlamento, governo a funcionar por decreto, tribunais fechados e aquela assembleia de chulos em casa sem chatear; vá prontos só seis dias em que a polícia pudesse espancar e arrombar portas sem mandato, só para limpar as ruas, vá... seis horas de lei de talião, cada um agarra sua ripa, seu pé de cabra ou caçadeira se a tiver e vamos amolgar aquele vizinho vermelho, ou preto, ou que é capaz de ser pedófilo, ou que não paga o condomínio, ou que ouve a música demasiado alta demasiado tarde... vá lá, só seis horinhas e limpamos a nação.

Era só acabar com os políticos, só acabar com os gatunos, os drogados, os traficantes, os arrumadores, os emigrantes, os monhés, os comunas, a malta das barracas, os Rendimento Mínimo, os ecologistas, os desempregados que não querem trabalhar, as fufas feministas, os chulos, as putas, os mouros, aqueles anarcas nojentos que têm sempre um cão cheio de pulgas e se riem do nosso esforço, os jeovás de sábado de manhã, os putos dos skates e dos graffitis, os intelectualóides gordos e amaricados, os sidosos e a malta com ébola e legionela, os ganzados, os artistas, os poetas, os professores universitários, as miúdas com cabelo azul, qualquer um que não goste da Sô Dona Amália, os judeus e os árabes, os grevistas dos sindicatos, os recibos verdes mal-agradecidos, os chungosos da Casa dos Segredos, os amigos dos animais, os cromos que lêem banda-desenhada, a escória do call-center que liga à hora de jantar, os brasileiros, os donos de cães que não apanham o cagalhão, os ciclistas, a malta das praxes, das touradas e dos ranchos, os chineses das lojas dos 300, os doentes de doenças raras, os que não separam a reciclagem, os fumadores e os pinguços, os velhos que ainda não foram enfiados num “lar”, os animais que estacionam em cima do passeio, os benfiquistas, os sportinguistas, os portistas, os corruptos, as tricotadeiras e os doentinhos do Facebook, era tão fácil... era só acabar com essa gente e isto era um jardim à beira mar plantado.

A culpa é da gorda alemã, da dominatrix do FMI, do Varoufakis, dos cartoonistas do Charlie Hebdo, dos luso-descendentes que se alistaram para a Síria, do Costa que ou entra mosca ou sai asneira, das madamas da Ajuda de Berço, dos barbeiros hipsters do Bairro Alto que não deixam as gajas entrar, da Carmelinda do POUS, da Teresa Guilherme, da Sô Dona Fátima Lopes que até prova com a máquina da verdade que o Tónho não assaltou a capela, da outra Fátima que nos envenena as segundas e da filha da Felgueiras que faz outro tanto às sextas. A culpa é do 44 e do Carlos Alexandre, dos polícias que ficaram debaixo do comboio, dos ciganos (os ciganos têm sempre culpas no cartório!), a culpa é deles! Não minha... eu não tenho nada a ver com isto! A culpa de certeza que não é minha!"
 Original Aqui
Abreijos

sexta-feira, 6 de março de 2015

Se todos amassemos assim!



Hoje vou deixar o Abestalhada de lado e abraçar o meu lado Boneca, assim fofinha e meiguinha e que se ia desfazendo completamente!

Confesso que não sabia ao que ia.

Desmazelo meu eu sei.

Estava a trabalhar e informam-me que teria de ir fazer uma reportagem sobre a apresentação do livro "De Mim para Mim".



E parva, não fui pesquisar o que me esperava.

O livro seria de uma Carolina, e onde estava a Carolina? Andava um rapaz pelo palco, de microfone na mão, de lado para o outro. E onde estava a Carolina?!!

Fez-me confusão!

O tempo passou e chegaram as 17h30, hora da apresentação. 

E no banquinho rodeado de apetrechos tecnológicos, senta-se o mesmo rapaz que por lá andava de microfone na mão.



E aí começou a fazer sentido.

A Carolina não estava ali. Nem iria estar. Nem aí nem em mais lado nenhum. Pelo menos fisicamente, porque se há coisa que o Pedro fez questão de referir (o rapaz do microfone que por lá andava) é que a memória da Carolina nunca seria esquecida.

Ela era a bailarina. Ele o músico. E como o destino tem destas coisas, nas palavras de Pedro Pinto, o músico, “ela cometeu a loucura de se apaixonar por mim, e eu cometi a loucura de me apaixonar por ela”. E assim foi, durante quatro anos de imensa felicidade, amor e dedicação um pelo outro. Até ao dia 10 de fevereiro de 2014.

Carolina Tendon faleceu durante o sono, sem ninguém esperar. Sabendo do seu gosto pela escrita e tendo ele próprio lido os textos da sua namorada, Pedro decidiu que a melhor maneira de a lembrar seria cumprir um dos sonhos da jovem Carolina. Editar e publicar um livro, sendo “uma forma digna e especial de a homenagear”.

E foi assim que nasceu “De Mim para Mim”, uma coletânea de textos, escritos entre os 10 e os 22 anos de Carolina. Cada página virada é uma nova fase ou experiência de vida da autora, e nas palavras da sua irmã Susana, onde podemos “apreciar a evolução da escrita e uma personalidade extraordinária.”.

O livro avança com a idade de Carolina e expõe as suas experiências, as suas alegrias, desilusões, os seus amores, as suas questões existenciais, o quão agradecida estava por ter tido a oportunidade de nascer e viver, e segundo a mesma este livro “serve para inspirar a vida – a vossa”.

A música esteve sempre presente no relacionamento de ambos e como tal, deveria estar também nesta apresentação, assim, quem assistiu teve a oportunidade de escutar os temas “Muros” e “Vi Morrer um Verso”, interpretados pelo próprio Pedro, e ainda o texto Foi Chuva, para o qual Napoleão Mira criou uma melodia e interpretou.



Sempre com um sorriso no rosto a cada nova história, fase da vida, ou experiência de Carolina, o Pedro inspira qualquer um!!

Abreijos